A FORMAÇÃO DOS SUJEITOS DO CAMPO E A PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA: DA FRANÇA AO SUL DO BRASIL/ Subject formation in rural areas and the pedagogy of alternation: from France to southern Brazil/ La formación del campo y de la pedagogía de la alternancia: de Francia para el sur del Brasil

É notável a contribuição das Maisons Familiales Rurales – MFRs (França) e das Casas Familiares Rurais – CFRs (Brasil) à vida dos jovens e das famílias que vivenciam a proposta da Pedagogia da Alternância. O objetivo é discutir a formação dos sujeitos do campo, no Brasil e na França, em processos edu...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Zimmermann, Angelita, Meurer, Ane Cariine, De David, Cesar
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Revista NERA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revista.fct.unesp.br:article/6139
Acesso em linha:https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/6139
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Casa Familiar Rural (Brasil)
Maison Familiale Rurale (França)
pedagogia da alternância
Descrição
Resumo:É notável a contribuição das Maisons Familiales Rurales – MFRs (França) e das Casas Familiares Rurais – CFRs (Brasil) à vida dos jovens e das famílias que vivenciam a proposta da Pedagogia da Alternância. O objetivo é discutir a formação dos sujeitos do campo, no Brasil e na França, em processos educativos caracterizados por territorialidades distintas, seja pelas peculiaridades histórico-sociais e culturais de cada país em questão, ou necessidades e possibilidades postas pela estrutura econômica de tais realidades. Nesta pesquisa qualitativa foram utilizadas entrevistas, observações em Casas Familiares Rurais dos dois países e pesquisa bibliográfica. Na França, país de origem, existe um amplo espectro de formações, com recursos dos ministérios públicos da Educação e da Agricultura. No Brasil, prioriza-se a formação em agricultura e são identificados elementos produtores de mudanças concretas, uma vez que os conhecimentos são pensados e organizados conjuntamente pelos atores/sujeitos do campo, a partir do interesse e da realidade por eles vivida, geralmente sem auxílio financeiro do Estado. Constata-se que o processo pedagógico das CFRs brasileiras, tem efetivado transformações individuais e coletivas convergindo em sujeitos mais atuantes nos movimentos de resistência do campo. Como citar este artigo:ZIMMERMANN, Angelita; MEURER, Ana Carine; DE DAVID. Cesar. A formação dos sujeitos do campo e a pedagogia da alternância: da França ao sul do Brasil. Revista NERA, v. 23, n. 51, p. 300-327, jan.-abr., 2020.