Reading - obligation, necessity or pleasure?

O prazer da leitura parece negado pela escola, quando essa lida com textos literários. Por sua vez, o prazer propriamente dito nem sempre é avaliado de modo positivo pelos filósofos. Contudo, enquanto prazer estético, ele sintetiza, desde Aristóteles, a reação sensorial aos produtos artísticos. Rece...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Zilberman, Regina
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Via Atlântica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/88468
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/88468
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Prazer da leitura
Leitura
Recepção
Emancipação
Vidas secas
Pleasure of reading
Reading
Reception
Liberation
Vidas secas [Barren lives]
Descrição
Resumo:O prazer da leitura parece negado pela escola, quando essa lida com textos literários. Por sua vez, o prazer propriamente dito nem sempre é avaliado de modo positivo pelos filósofos. Contudo, enquanto prazer estético, ele sintetiza, desde Aristóteles, a reação sensorial aos produtos artísticos. Recentemente, a leitura, enquanto forma de prazer, foi matéria do pensamento de Roland Barthes e Hans Robert Jauss, que, desde perspectivas distintas, a descrevem enquanto liberação ou emancipação. Examina-se trecho de Vidas secas para verificar em que medida o prazer da leitura decorre da revelação, pela linguagem, de um conhecimento.