Aspectos ecológicos da febre maculosa no Brasil

Introdução: A febre maculosa é uma doença febril aguda causada por agentes bacterianos do gênero Rickettsia, transmitida aos seres humanos principalmente por carrapatos e considerada reemergente no sudeste brasileiro a partir dos anos 1980 por diversos fatores ecológicos. Objetivo: Apresentar o esta...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Rodrigues, Claudio Manuel, Geise, Lena, Gazeta, Gilberto Salles, Oliveira, Stefan Vilges de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/45075
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/45075
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Febre Maculosa
Rickettsia
Carrapatos
Zoonoses
Ecologia
Spotted Fever
Ticks
Ecology
Descripción
Sumario:Introdução: A febre maculosa é uma doença febril aguda causada por agentes bacterianos do gênero Rickettsia, transmitida aos seres humanos principalmente por carrapatos e considerada reemergente no sudeste brasileiro a partir dos anos 1980 por diversos fatores ecológicos. Objetivo: Apresentar o estado da arte sobre as interações ecológicas relacionadas aos ciclos enzoóticos e ao transbordamento zoonótico relacionados à doença no Brasil. Metodologia: Revisão crítica e pormenorizada da literatura a respeito da doença publicada e indexada a Bireme/BVS até o ano de 2017. Resultados: Dentre outros, demonstrou-se a preocupação crescente dos pesquisadores para com a domiciliação da doença através do contato de animais domésticos com carrapatos infectados em ecótonos e áreas de recente urbanização. Conclusão: Modificações recentes dos padrões de uso e ocupação do solo podem influenciar a dinâmica populacional de determinadas espécies de carrapatos, sendo necessárias atividades de pesquisa que busquem caracterizar os agentes riquetsiais, principalmente em regiões ainda consideradas epidemiologicamente silenciosas. É necessária a organização de uma rede nacional de vigilância de ambientes que operacionalize as atividades de investigação e os processos de vigilância voltada para esta e as demais doenças transmitidas por artrópodes vetores ápteros no país.