Um memorialista e tanto
Com a obra de Pedro Nava, o memorialismo brasileiro viria a conhecer seu momento mais vigoroso, mais comovente, mais cômico, mais admirável, mais completo – e o mais que possa ser – dentro da produção em tal gênero. Desde o seu aparecimento, a recepção crítica não teve dúvida de que ali estava o que...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositorio: | Pontos de Interrogação (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.uneb.br:article/1524 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.uneb.br/index.php/pontosdeint/article/view/1524 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Pedro Nava Memorialismo brasileiro Indissociabilidade |
| Sumario: | Com a obra de Pedro Nava, o memorialismo brasileiro viria a conhecer seu momento mais vigoroso, mais comovente, mais cômico, mais admirável, mais completo – e o mais que possa ser – dentro da produção em tal gênero. Desde o seu aparecimento, a recepção crítica não teve dúvida de que ali estava o que de mais importante a literatura de memórias fora capaz de produzir em nossas letras. Porque era muito visível que nunca as possibilidades nesse campo alcançaram balizas tão avançadas, exploração tão exaustiva, adesão tão incomum à matéria recordada, linguagem tão sugestiva e envolvente. Os comentários favoráveis, com elogios enfáticos, tornaram-se mais que abundantes, e o entusiasmo generalizou-se. |
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