Urbanismo corporativo/ urbanismo cooperativo: uma gestão responsável em São Paulo é possível?

A cidade de São Paulo, em 2025, ingressará na sua décima gestão municipal definida por eleição direta pós-redemocratização. Ao longo de 38 anos de representatividade democrática nos poderes Executivo e Legislativo, os setores técnicos e acadêmicos experimentaram e debateram diversos instrumentos urb...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Somekh, Nadia, Fregonezi, Bruna Beatriz Nascimento, Del’Arco, Guilherme Henrique Fatorelli
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Estudos Avançados
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/229906
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/eav/article/view/229906
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cooperative urbanism
Corporate urbanism
Urban management
Urban planning instruments
Urbanismo cooperativo
Urbanismo corporativo
Gestão urbana
Instrumentos urbanísticos
Descripción
Sumario:A cidade de São Paulo, em 2025, ingressará na sua décima gestão municipal definida por eleição direta pós-redemocratização. Ao longo de 38 anos de representatividade democrática nos poderes Executivo e Legislativo, os setores técnicos e acadêmicos experimentaram e debateram diversos instrumentos urbanísticos cujos objetivos consistiam, de uma ou de outra forma, em reduzir as mazelas que acometem historicamente a população em sua vida cotidiana nos seus diversos campos de abordagem, às margens da cidadania e do direito à cidade. Considerando que nosso urbanismo está submetido aos interesses hegemônicos promotores da segregação e exclusão, argumenta-se aqui que o fraco desempenho dos instrumentos urbanísticos na redução das desigualdades, não decorra exclusivamente da sua formatação técnica e legal, mas da não priorização de se fazê-los efetivos de modo redistributivo e cooperativo, ainda que haja formas para tanto.