A mercadoria cultural

Adorno e Horkheimer adotaram a noção de fetichismo da mercadoria para a análise da arte e da cultura. Bens materiais e físicos não são idênticos aos simbólicos. Apesar de dominante, a indústria cultural não pode ser tomada como protótipo de toda análise da cultura. Não se pode reduzir toda a produçã...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bolognesi, Mario Fernando [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1996
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/16857
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31731996000100005
http://hdl.handle.net/11449/16857
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mercadoria
fetichismo
indústria cultural
bens culturais
Commodity
fetishism
cultural industry
cultural goods
Descripción
Sumario:Adorno e Horkheimer adotaram a noção de fetichismo da mercadoria para a análise da arte e da cultura. Bens materiais e físicos não são idênticos aos simbólicos. Apesar de dominante, a indústria cultural não pode ser tomada como protótipo de toda análise da cultura. Não se pode reduzir toda a produção cultural da época da economia de mercado a produtos de mercado. A pluralidade de práticas artísticas e culturais, à qual se assiste em países como o Brasil, torna problemático o uso indiscriminado do referencial frankfurtiano.