Enriquecimento proteico de barra de cereal com Chlorella vulgaris/ Protein enrichment of cereal bar with Chlorella vulgaris

A microalga do gênero Chlorella é rica em micronutrientes, possui elevado teor de clorofila, proteínas, vitaminas, sais minerais e ácidos graxos, sendo considerada GRAS pelo FDA, podendo, portanto, ser utilizada como alimento sem causar risco à saúde humana. As barras de cereal são produtos que pode...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Câmara, Ana Paula Costa, Nascimento, Vitória Regina Lima do, Câmara, Fabiana Rodrigues de Arruda, Nascimento, Túlio de Araújo, Coelho, Robson Rogério Pessoa, Nascimento, Alexandra Simão do, Santos, Leila Laise Souza, Filho, Lupercio Luizines Cavalcanti
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/11270
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/11270
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Microalga
Biotecnologia
Análise sensorial
Inovação.
Descripción
Sumario:A microalga do gênero Chlorella é rica em micronutrientes, possui elevado teor de clorofila, proteínas, vitaminas, sais minerais e ácidos graxos, sendo considerada GRAS pelo FDA, podendo, portanto, ser utilizada como alimento sem causar risco à saúde humana. As barras de cereal são produtos que podem ser elaborados com uma diversidade de ingredientes nutricionais e funcionais capazes de atender consumidores preocupados com uma vida saudável. Neste estudo, a Chlorella vulgaris foi utilizada em diferentes concentrações no desenvolvimento de uma barra de cereal, trazendo inovação na utilização das microalgas no mercado. A C. vulgaris foi cultivada em meio orgânico e floculada sem adição de reagente químico, o perfil proteico da biomassa liofilizada foi obtido para estabelecer a quantidade de biomassa a ser adicionada nas barras, que foram submetidas à análise de composição centesimal e avaliação sensorial, incluindo atributos de aparência, sabor, textura e impressão global. O resultado do teor de proteínas da biomassa algal foi de 36,61 %. As barras de cereal enriquecidas com a Chlorella vulgaris apresentaram valores médios de proteína acima do encontrado em barra de cereal comercial (4 %), sendo 10,93 % no tratamento com adição de 8 g (T1) e 9,89 % com adição de 2,5 g de biomassa (T2). A formulação em T2 obteve resultados satisfatórios em todos os aspectos sensoriais avaliados, com índices de aceitabilidade superiores a 77,78 %, enquanto o T1 apresentou resultados insatisfatórios na análise sensorial. Deste modo, a adição da microalga C. vulgaris como fonte de proteína, se apresenta uma alternativa promissora e com caráter inovador na biotecnologia de alimentos.