Revisão de estudos sobre a co-regulação para alunos com Transtorno do Espectro Autista

Algumas evidências demonstram que crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) podem apresentar comprometimentos nas funções executivas, que envolve inibição de respostas, planejamento e flexibilidade cognitiva. Nesse sentido, torna-se importante estratégias pedagógicas que possam favorecer...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Leão, Andréia Texeira, Martins, Juliana dos Santos, Camargo, Síglia Pimentel Höher
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/9913
Acesso em linha:http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/9913
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Co-regulação
Inclusão escolar
Descrição
Resumo:Algumas evidências demonstram que crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) podem apresentar comprometimentos nas funções executivas, que envolve inibição de respostas, planejamento e flexibilidade cognitiva. Nesse sentido, torna-se importante estratégias pedagógicas que possam favorecer o desenvolvimento e a participação das crianças com TEA no contexto escolar, como a autorregulação da aprendizagem. A autorregulação pode contribuir para o desempenho dos alunos com TEA na realização das tarefas escolares, pois implica o envolvimento ativo do aluno no seu processo de aprendizagem, através de um modelo cíclico que perpassa pelas fases de planejamento, execução e avaliação. A co-regulação apresenta-se como um suporte para este processo autorregulatório, fornecendo apoio para o estudante, através dos colegas, professores, ferramentas e recursos. Por isso, o objetivo deste artigo foi de verificar as contribuições dos estudos nacionais e internacionais que contemplem a co-regulação para o desenvolvimento de alunos com autismo. Foi realizada uma busca de estudos através dos Periódicos Capes, que resultou em sete estudos, que tinham como enfoque a regulação emocional das crianças com TEA, sendo que os papéis de agentes co-reguladores foram cumpridos pelos pais das crianças, em sua maioria. Através desta revisão, percebeu-se que o suporte dos pais e da professora foram importantes para a regulação emocional dos participantes com TEA. Atenta-se para a necessidade de mais estudos que investiguem o papel da co-regulação no contexto escolar, através dos professores, dos colegas e de outros materiais, visando a melhora de outros comportamentos como interação e participação das crianças com TEA.