Intertextualidades e transetnicidades nas crônicas insulares da Britânia e Irlanda (431 – 793)

A tese investiga o movimento das etnicidades de Bretões, Gaélicos, Pictos e Ingleses entre 431 e 793 a partir das intertextualidades entre as crônicas insulares da Britânia e da Irlanda. Nosso problema de pesquisa central é: por que dinâmicas do movimento da etnia apareceram nas intertextualidades d...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Neckel, Kauê Junior
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/284232
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/284232
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Intertextualidade
Crônicas
Etnicidade
Reino Unido
Irlanda
Intertextuality
Transethnicity
Insular chronicles
Britain
Ireland
Descripción
Sumario:A tese investiga o movimento das etnicidades de Bretões, Gaélicos, Pictos e Ingleses entre 431 e 793 a partir das intertextualidades entre as crônicas insulares da Britânia e da Irlanda. Nosso problema de pesquisa central é: por que dinâmicas do movimento da etnia apareceram nas intertextualidades das crônicas insulares? Sob o aparato teórico-metodológico das Histórias Conectadas, fundamentamos o conceito da transetnicidade. Três crônicas insulares são estudadas: 1) a Crônica Anglo-Saxônica escrita em Wessex a partir de 890-2; 2) a Crônica da Irlanda escrita em Armagh entre 740 e 911; 3) os Anais de Gales escritos em St. Davids em cerca de 955. No primeiro capítulo, definimos um panorama teórico-metodológico das dinâmicas de transetnicidade, isto é, da etnicidade em movimento. No segundo capítulo, conectamos as heranças manuscritas das crônicas insulares para tipificar suas intertextualidades. No terceiro capítulo, investigamos as intertextualidades das crônicas insulares no referente às dinâmicas de transetnicidade que emergiram pelas formas de cristianismo. No quarto capítulo, o mesmo exercício intertextual e transétnico foi feito em direção às políticas dos reinos da Britânia e Irlanda.