AVALIAÇÃO DO PERIGO DE CONTAMINAÇÃO DO SISTEMA AQUÍFERO GUARANI EM SUA ÁREA DE AFLORAMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO DECORRENTE DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS

A crescente utilização das águas do Sistema Aquífero Guarani (SAG) indica a necessidade de ampliação do conhecimento hidrogeológico e dos aspectos de uso e ocupação do solo nos terrenos correspondentes...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Barbosa, Marina Costa, Carvalho, Ana Maciel, Ikematsu, Priscila, Albuquerque Filho, José Luiz, Cavani, Ana Candida Melo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositorio:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/21296
Acceso en línea:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/21296
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sistema Aquífero Guarani (SAG)
vulnerabilidade à contaminação
potencial de contaminação decorrente das culturas
perigo de contaminação
Descripción
Sumario:A crescente utilização das águas do Sistema Aquífero Guarani (SAG) indica a necessidade de ampliação do conhecimento hidrogeológico e dos aspectos de uso e ocupação do solo nos terrenos correspondentes à área de afloramento desse sistema aquífero, porção mais vulnerável à contaminação. Na área de afloramento do SAG, pode-se identificar um avanço do uso da terra para as atividades agrícolas, fato que justifica uma avaliação do perigo de contaminação da água subterrânea em decorrência dessas atividades. Para tanto, foi primeiramente realizado o zoneamento da vulnerabilidade natural do SAG à contaminação e uma classificação do potencial de contaminação de cada tipo de cultura existente na área (cultura anual, perene e semiperene). Em seguida, os mapeamentos foram sobrepostos e, da interpretação dessa sobreposição, elaborou-se o mapa do perigo de contaminação do SAG decorrente das atividades agrícolas. De acordo com os resultados apresentados, a vulnerabilidade à contaminação na área de estudo varia de Média a Alta. A unidade aquífera Botucatu apresenta-se um pouco mais vulnerável que a unidade aquífera Piramboia. Por outro lado, devido às expressivas áreas ocupadas por culturas semiperenes, grande parte da área foi classificada com potencial Elevado de contaminação da água subterrânea. Quanto ao perigo de contaminação, uma área de aproximadamente 2.250 km2 foi classificada com perigo Alto, perfazendo 9% da área de estudo, o que denota a necessidade de estabelecimento de medidas que priorizem as boas práticas agrícolas e o monitoramento contínuo da qualidade da água. Além disso, constatou-se a necessidade de pesquisas mais detalhadas, uma vez que este estudo foi desenvolvido em caráter regional.