Geoquímica de Gnaisses do arco magmático de Goiás na Região Sul do Estado de Goiás
Gnaisses graníticos a trondhjemíticos da região de Pontalina, sul do estado de Goiás, mostram composição cálcica a cálcio-alcalina, metaluminosa a peraluminosa. Apresentam baixos teores em álcalis, enriquecimento em Ba, Sr, K, Rb em relação ao Nb, Y, Zr e ETR e anomalias negativas de Nb e Ti, semelh...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | Geologia USP. Série Científica (Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/27428 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/guspsc/article/view/27428 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Faixa Brasília Arco Magmático de Goiás gnaisses geoquímica Brasília Belt Goiás Magmatic Arc gneisses geochemistry |
| Resumo: | Gnaisses graníticos a trondhjemíticos da região de Pontalina, sul do estado de Goiás, mostram composição cálcica a cálcio-alcalina, metaluminosa a peraluminosa. Apresentam baixos teores em álcalis, enriquecimento em Ba, Sr, K, Rb em relação ao Nb, Y, Zr e ETR e anomalias negativas de Nb e Ti, semelhantes à composição química de magmas gerados em ambientes de arcos magmáticos. Foram anteriormente interpretados como parte do embasamento da Faixa Brasília e atribuídos ao Arqueano e Paleoproterozóico, porém novos dados isotópicos Sm - Nd sugerem que estas rochas são neoproterozóicas (T DM = 0,9 a 1,2 Ga) e os dados geoquímicos indicam que são semelhantes a rochas de outras regiões pertencentes ao Arco Magmático de Goiás. |
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