“Da lama ao Caos”: uma análise estilística da representação de Recife nas letras de canções de Chico Science & Nação Zumbi

Com base nos pressupostos teóricos da Estilística, esse trabalho tem o objetivo de analisar as canções do álbum “Da lama ao caos” de Chico Science & Nação Zumbi, lançado na década de 90. Como principal pressuposto teórico, utilizaremos a obra “Introdução à Estilística”(2000) de Nilce Sant’anna M...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Fernandes, Caroline
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/20398
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20398
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Stylistics
From mud to chaos
Estilística
Manguebeat
Chico Science & Nação Zumbi
Da lama ao caos
Língua portuguesa - Estilo
Science, Chico, 1967-1997 – Crítica e interpretação
Música – Brasil – História
Recife (PE) – Na arte
Recife (PE) – Condições sociais
LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS
Descripción
Sumario:Com base nos pressupostos teóricos da Estilística, esse trabalho tem o objetivo de analisar as canções do álbum “Da lama ao caos” de Chico Science & Nação Zumbi, lançado na década de 90. Como principal pressuposto teórico, utilizaremos a obra “Introdução à Estilística”(2000) de Nilce Sant’anna Martins. Seguindo o raciocínio da autora, a pesquisa também dividirá a Estilística em partes com o objetivo de construir um trabalho analítico que esteja atento ao texto como um todo. Pretende-se explicitar, através das percepções analíticas, de que forma a cidade de Recife é representada após a efervescência do movimento Manguebeat, que tem como ícone o álbum mencionado, que desejava movimentar a cidade que, à época, encontrava-se estagnada nos âmbitos econômicos e culturais, devido a um significativo crescimento da política neoliberal. Além disso, há o desejo de manter viva a memória do movimento que, em 2023, completa 30 anos de existência e ainda é capaz de realizar uma leitura social brasileira