Contribuições para a orientação profissional na estratégia clínica a partir da psicoterapia breve psicanalítica
Este trabalho buscou contribuir, através de análise teórica, com a Orientação Profissional (OP) na Estratégia Clínica, a partir das discussões sobre enquadre e técnica na clínica psicanalítica conduzida por autores da Psicoterapia Breve (PB). Apresentou-se a estratégia clínica em OP proposta por Boh...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-11122014-110132 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47134/tde-11122014-110132/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Brief psychotherapy Orientação vocacional Psicanálise clínica Psicoterapia breve Psychoanalysis clinic Setting Vocational guidance |
| Resumo: | Este trabalho buscou contribuir, através de análise teórica, com a Orientação Profissional (OP) na Estratégia Clínica, a partir das discussões sobre enquadre e técnica na clínica psicanalítica conduzida por autores da Psicoterapia Breve (PB). Apresentou-se a estratégia clínica em OP proposta por Bohoslavsky e as contribuições de Y. Lehman, R. Levenfus, M. Müller, J. Corbal e A. Costa; explorou-se o panorama da PB Psicanalítica e as propostas de F. Alexander, M. Hegenberg, E. Gilliéron, M. Balint, P. Sifneos, T. Mann, E. J. Fiorini; procurou-se traçar semelhanças e diferenças entre essas duas práticas, para melhor compreender as especificidades de cada uma. Propõe-se que a problemática da escolha e a compreensão do tempo futuro, na OP, pertencem ao enquadre; que a atitude interior do orientador pode, em grande medida, seguir as diretrizes da psicanálise e respeitar o par associação livre atenção flutuante; considera-se a importância da reação emocional do orientador, no estabelecimento do diagnóstico inicial e contínuo; concebe-se que a interpretação carrega, como objetivo último, os aspectos referentes à projeção do futuro e apresenta-se uma representação gráfica de seu percurso; e aborda-se a importância da noção de crise para OP. Conclui-se que a OP clínica pode fundamentar sua prática com base na produção do campo da PB psicanalítica, visando à ampliação do repertório técnicoteórico e à flexibilização do enquadre, para abarcar as demandas contemporâneas que se apresentam |
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