Adubação nitrogenada e potássica na severidade da antracnose em dois cultivares de milho

O equilíbrio nutricional pode contribuir para a resistência das plantas às doenças. Com o objetivo de avaliar o efeito da interação entre as adubações nitrogenada e potássica na severidade das lesões da antracnose foliar e na nutrição mineral da cultura do milho, foram instalados dois experimentos,...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Pozza, Edson Ampélio, Carvalho, Diego de Oliveira, Casela, Carlos Roberto, Costa, Rodrigo Véras da, Pozza, Adélia Aziz Alexandre, Carvalho, César Oliveira
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/17524
Acesso em linha:http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2013000300011
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/17524
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Nutrição mineral
Doença
Colletotrichum graminicola
Zea mays
Descrição
Resumo:O equilíbrio nutricional pode contribuir para a resistência das plantas às doenças. Com o objetivo de avaliar o efeito da interação entre as adubações nitrogenada e potássica na severidade das lesões da antracnose foliar e na nutrição mineral da cultura do milho, foram instalados dois experimentos, em casa de vegetação com dois cultivares, o DAS 2B710 (moderadamente resistente à doença) e o BRS 1010 (susceptível), cinco doses de N (75, 150, 300, 600 e 1200 mg dm^-3) e cinco doses de K 63, 125, 250, 500 e 1000 mg dm^-3). O delineamento experimental para cada cultivar foi em blocos inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 5 x 5, com 25 tratamentos e quatro repetições. Cada vaso com quatro plantas constituiu uma parcela experimental. As doses de N e K foram divididas em quatro parcelas, com intervalos de dez dias a partir da semeadura, para os dois cultivares. Aos 21 dias após a semeadura, as plantas foram inoculadas e levadas para câmara úmida, com fotoperíodo de 16 horas, no escuro durante três dias consecutivos. Avaliou-se a severidade das lesões diariamente, até 11 dias após a inoculação. Aos 43 dias após a semeadura, a parte aérea das plantas foi colhida, secada e moída para determinar os teores de N e de K. A quantidade de área foliar lesionada dependeu da interação entre os nutrientes. Em ambos os cultivares, os menores valores de severidade foram observados na menor dose de N, combinada com a maior dose de K. A severidade das lesões observada no cultivar moderadamente resistente foi 41% menor que a observada no cultivar susceptível. A adubação nitrogenada influenciou de forma negativa o teor de K da parte aérea.