"Eu não suporto isso: mulher com mulher e homem com homem": analisando as narrativas de adolescentes sobre homofobia
No presente artigo problematizamos a homossexualidade e a homofobia como construções sociais, culturais e históricas implicadas em sistemas de significação e relações de poder/saber. A escola é uma das instituições que (re)produz tais discursos, por exemplo, através do silenciamento no currículo sob...
| Autores: | , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FURG (RI FURG) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.furg.br:1/1378 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.furg.br/handle/1/1378 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Diversidade sexual Homofobia Escola Sexual diversity Homophobia School |
| Resumo: | No presente artigo problematizamos a homossexualidade e a homofobia como construções sociais, culturais e históricas implicadas em sistemas de significação e relações de poder/saber. A escola é uma das instituições que (re)produz tais discursos, por exemplo, através do silenciamento no currículo sobre as questões de homofobia, de diversidade sexual e de gênero, contribuindo para a afirmação da heterossexualidade como a única forma de viver os prazeres e desejos. Neste sentido, analisamos as narrativas produzidas por adolescentes sobre homofobia, buscando compreender em que medida esses adolescentes vão sendo interpelados pelos discursos acerca da diversidade sexual e de gênero. Enfatizamos a importância de discutir tais questões no âmbito escolar, uma vez que essa instância contribui na formação dos sujeitos e de suas identidades. Utilizamos, como estratégias metodológicas para a produção das narrativas, o preenchimento de um questionário e a constituição de grupos focais. Ao analisar as narrativas, evidenciamos que os/as adolescentes participantes da pesquisa entendem a homofobia como uma maneira excludente de agir, na sociedade, na família e também na escola, local que, segundo eles/as, é propício para discutir essas questões. |
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