Influência da fotoativação na interface de união com sistemas de cimentos resinosos duais na cimentação de pinos de fibra de vidro anatomizados

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do modo de fotoativação em relação à resistência de união e padrão de fratura de dois sistemas de cimentos resinosos na cimentação de pinos de fibra de vidro anatomizados, através do teste de “push out” e microscopia confocal a laser, respectivamente. O g...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Martins, Júlia Custódio
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/204143
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/204143
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Pinos dentários
Cimentos de resina
Adesão
Cura luminosa de adesivos dentários
Força compressiva
Dental pins
Resin cements
Dentin bonding.
Compressive strength
Light cure of dental adhesives
Descripción
Sumario:O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do modo de fotoativação em relação à resistência de união e padrão de fratura de dois sistemas de cimentos resinosos na cimentação de pinos de fibra de vidro anatomizados, através do teste de “push out” e microscopia confocal a laser, respectivamente. O grau de contração de polimerização dos cimentos resinosos duais utilizados também foi avaliado através da microtomografia computadorizada. Foram utilizadas 60 raízes unirradiculares de dentes bovinos, padronizadas em 17 mm, tratadas endodonticamente. As raízes foram divididas aleatoriamente em 2 grupos (n=30), de acordo com o sistema de cimentação (Relyx ARC – A; ou Relyx Ultimate – U) e adesivo utilizado (Adper Scotch Bond Multiuso – A; ou Scotch Bond Universal - S) e subdivididas em 6 grupos (n=10), conforme o modo de ativação: 1) AA: fotoativação convencional (AA-CON); fotoativação em rampa (AA - RAM); fotoativação pulsátil (AA-PUL); 2) SU, fotoativação convencional (SU-CON); fotoativação em rampa (SU-RAM); fotoativação pulsátil (SU-PUL). Após seis meses, a resistência de união e o padrão de fratura foram avaliados. Para análise do grau de contração de polimerização, os cimentos foram manipulados, de acordo com as recomendações do fabricante e 48 tubos de poliuretano transparente (8mm de comprimento x 1mm de diâmetro interno) foram preenchidos com os cimentos, pesados, individualmente, em balança de precisão. Foram distribuídos, aleatoriamente, em 8 grupos (n = 6), de acordo com o protocolo de fotoativação: Relyx ARC, sem fotoativação (A-NEG); Relyx ARC, com fotoativaçao convencional (A-CON), RelyX ARC, com fotoativação pulsátil (A-PUL), RelyX ARC, com fotoativação em rampa (A-RAM). Os grupos U-NEG, U-CON, U-PUL e U-RAM seguiram o mesmo protocolo de fotoativação dos grupos A-NEG, A-CON, A-PUL e A-RAM, respectivamente, porém utilizando o cimento resinoso convencional dual Relyx Ultimate. Após a realização dos protocolos de fotoativação, os espécimes foram mantidos em repouso. Imediatamente após o repouso e após 24h, foram submetidos ao escaneamento em microtomógrafo computadorizado (Micro CT 1174; Skycan, , Aartselaar, BE). Para todos os estudos serão realizados o teste de Shapiro Wilk a fim de avaliar a normalidade de distribuição dos dados obtidos. Uma vez observada a homocedasticidade dos resultados, foram analisados por meio do ANOVA two-way e Tukey (α = 0.05). A incidência do tipo de padrão de fratura foi descritiva e transformada em frequência para cada protocolo avaliado. Os modos de fotopolimerização pulsátil e em rampa interferiram negativamente na resistência de união da cimentação dos pinos de fibra de vidro anatomizados cimentados com o sistema resinoso dual RelyX ARC (adesivo etch-and-rinse), no terço apical . A fotopolimerização no modo pulsátil interferiu negativamente no percentual de contração de fotoativação, independente do cimento resinoso dual.