A natureza do corpo feminino em Mulherio : paradoxos de um jornal alternativo feminista brasileiro (1981-1988)
Resumo: O periódico alternativo feminista Mulherio foi produzido no Brasil durante a década de 198 e, em seus sete anos de duração, publicou 39 edições voltadas para a produção e disseminação de discursos feministas emergentes naquele período, em volta das pautas específicas às mulheres, especialmen...
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Londrina (UEL) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UEL |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uel.br:123456789/12867 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/12867 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Imprensa feminista Feminismo História social Feminism |
| Resumo: | Resumo: O periódico alternativo feminista Mulherio foi produzido no Brasil durante a década de 198 e, em seus sete anos de duração, publicou 39 edições voltadas para a produção e disseminação de discursos feministas emergentes naquele período, em volta das pautas específicas às mulheres, especialmente as brasileiras Dentre as temáticas de maior destaque nas produções desses discursos estão a ênfase nas “características naturais” dos corpos ditos femininos, em especial, o seu potencial reprodutivo, como também a questão dos métodos contraceptivos como fonte de libertação das mulheres para um maior poder de atuação sobre a vida pessoal e em sociedade A presente pesquisa apresenta a hipótese de que as produções discursivas presentes no periódico são paradoxais, por enfatizar a diferença sexual e binária entre mulheres e homens a fim de buscar pela igualdade entre eles em um ambiente historicamente construído para abrigar corpos com características atribuídas a uma ideia de masculinidade Os objetivos dessa pesquisa buscam, portanto, analisar os paradoxos produzidos por esses discursos que, ao visar à igualdade entre mulheres e homens a partir de uma valorização das diferenças, contribuíram na produção de valores plurais entre os significados existentes em nossa sociedade sobre a natureza dos corpos ditos femininos e, consequentemente, à subjetividade dos sujeitos mulheres |
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