Entre as crises e o colapso: cinco notas sobre a falência estrutural do capitalismo
O objetivo do texto é apontar que as frequentes crises na economia mundial, desde a década de 1970, não são expressões corriqueiras de uma instabilidade capitalista, mas sinal de um colapso da própria formação social burguesa. A usual afirmação de que “capital é crise” torna a reflexão sobre a sua h...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Revista Maracanan (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/31274 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/maracanan/article/view/31274 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Capital Crise do Trabalho Crise do Estado Globalização Labor Crisis Crisis of State Globalization |
| Sumario: | O objetivo do texto é apontar que as frequentes crises na economia mundial, desde a década de 1970, não são expressões corriqueiras de uma instabilidade capitalista, mas sinal de um colapso da própria formação social burguesa. A usual afirmação de que “capital é crise” torna a reflexão sobre a sua história vazia. Por outro lado, não basta se prender à descrição meramente factual para mostrar as novidades nos eventos de crise. Somente enfrentando categoricamente a processualidade histórica do capital é que se torna possível determinar o colapso. Para isso desenvolvemos teoricamente cinco processos que explicam a originalidade de falência estrutural responsáveis pelas crises contemporâneas. |
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