A atenção de enfermagem ao doente terminal: quando a vida terminal / Nursing care to the terminal sick: when life ends

Os profissionais de enfermagem, como todas as pessoas, podem reagir de acordo com seus sentimentos e emoções, que marcam sua forma de exercer a profissão em diferentes situações de vida, visto serem continuamente confrontados com a realidade da morte. O objetivo deste estudo foi convidar à reflexão...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: Gonçalves, Adelina Ferreira, Righetti, Eline Aparecida Vendas, Magrin, Sabrina Ferreira Furtado
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/48225
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/48225
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:paciente terminal
cuidados paliativos
enfermagem
morte.
Descrição
Resumo:Os profissionais de enfermagem, como todas as pessoas, podem reagir de acordo com seus sentimentos e emoções, que marcam sua forma de exercer a profissão em diferentes situações de vida, visto serem continuamente confrontados com a realidade da morte. O objetivo deste estudo foi convidar à reflexão sobre atitudes positivas dos profissionais de enfermagem, pessoal ou em grupo, no cuidado ao paciente terminal e aos familiares. Nesta pesquisa, utilizou-se a metodologia qualitativa, descritiva e aplicada; fez-se ainda um levantamento bibliográfico da literatura existente sobre o tema. Os resultados mostraram que os profissionais precisam receber treinamento, apoio e compreensão mútua, mediante reuniões grupais, que permitam que sejam ouvidos na expressão de seus sentimentos, e tenham apoio institucional, por meio dos profissionais de saúde mental, reduzindo o nível de estresse ocasionado pelo cuidado ao paciente terminal. O profissional de enfermagem não deve apenas compreender e aceitar essa situação, mas assumir profissionalmente que, assim como faz parte da função assistir, aconselhar e acompanhar o nascimento da vida, também isso deve ocorrer no fim da vida (morte). Constatou-se que o enfrentamento da situação terminal do paciente, da dor e do sofrimento é uma das tarefas mais difíceis, chocantes e estressantes da equipe de enfermagem, que foi preparada para cuidar, alcançar a recuperação ou a reabilitação, mas não para a morte.