A fotografia como escrita do urbano: um olhar sobre Jardim do Seridó
A imagem fotográfica se instala como campo alternativo para a construçáo, elaboraçáo, (re) elaboraçáo e percepçáo da paisagem. Nesse contexto, objetivouse aqui promover a compreensáo da paisagem citadina de Jardim do Seridó/RN por meio da "leitura" do texto simbólico construído...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) |
| Repositorio: | Mneme (Caicó. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufrn.br:article/366 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufrn.br/mneme/article/view/366 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Fotografia Jardim do Seridó/RN Imaginário |
| Resumo: | A imagem fotográfica se instala como campo alternativo para a construçáo, elaboraçáo, (re) elaboraçáo e percepçáo da paisagem. Nesse contexto, objetivouse aqui promover a compreensáo da paisagem citadina de Jardim do Seridó/RN por meio da "leitura" do texto simbólico construído a partir da sua representaçáo fotográfica composta no período entre 1950-1980 por José Modesto de Azevedo, fotógrafo jardinense, conhecido mais comumente pelo codinome de "Zé Boinho". Desse modo, a narrativa fotográfica do espaço urbano jardinense construída por Zé Boinho constitui-se em um elemento primordial para o entendimento de como a paisagem se constitui enquanto representaçáo simbólica instituída pela bagagem cultural de quem a significa. |
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