Ação imunomoduladora da própolis vermelha sobre monólitos humanos e citotóxica sobre células de câncer prostático

A própolis vermelha do Brasil (BRP- brazilian red propolis) apresenta diversas atividades, tais como anti-inflamatória e citotóxica contra várias linhagens tumorais. Visto que há poucos trabalhos científicos realizados com a BRP, no presente trabalho investigamos os efeitos da mesma sobre monócitos...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rodrigues, João Carlos Zamae [UNESP]
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/202511
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/202511
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Medicina
Patologia
Oncologia
Imunologia
Própolis
Câncer de próstata
Antitumor action
Monocyte
Propolis
Prostate cancer
Tumor
Descripción
Sumario:A própolis vermelha do Brasil (BRP- brazilian red propolis) apresenta diversas atividades, tais como anti-inflamatória e citotóxica contra várias linhagens tumorais. Visto que há poucos trabalhos científicos realizados com a BRP, no presente trabalho investigamos os efeitos da mesma sobre monócitos humanos e sobre as linhagens tumorais prostáticas LNCaP e PC3. Para tanto, avaliamos a composição química da BRP e o efeito do seu extrato etanólico em comparação ao docetaxel sobre a expressão de marcadores celulares (TLR-2, TLR-4, HLA-DR, CD80) em monócitos humanos, e também sobre a viabilidade das linhagens tumorais LNCaP e PC3. Os compostos predominantes na BRP foram liquiritigenina, isoliquiritigenina, vestitol, neovestitol, medicarpina, 7-O-metilvestitol, gutiferona E e oblongifolina B. A BRP não afetou a viabilidade dos monócitos e manteve a expressão de TLR-2, TLR-4 e HLA-DR em todas as concentrações avaliadas, e estimulou a expressão de CD80 na concentração de 75 µg/mL. Quanto às linhagens tumorais, a PC3 mostrou-se mais resistente à ação da BRP do que a linhagem LNCaP em todas e as concentrações e momentos avaliados (24, 48 e 72h), mas às 48h e 72h para LNCAP nas concentrações de 50 a 100 μg/ml, e para PC-3 com 25 μg/ml, foram estatisticamente iguais àqueles gerados pelo tratamento com docetaxel. Tomados em conjunto, esses resultados fazem da BRP um composto promissor para novos estudos na área da terapia oncológica.