Apoptose na infecção experimental de cães domésticos com Ehrlichia canis
A Erliquiose canina é uma zoonose causada pela Ehrlichia canis, bactéria Gram negativa de distribuição mundial. Alguns cães com erliquiose se tornam portadores assintomáticos enquanto outros desenvolvem uma doença aguda com morte rápida. A apoptose pode ser importante na eliminação de patógenos intr...
| Autores: | , , , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/1599 |
| Acceso en línea: | http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782012000800021 http://hdl.handle.net/11449/1599 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Apoptosis Ehrlichia canis n-PCR IFA TUNEL Bcl-2 Bax Apoptose nPCR RIFI |
| Sumario: | A Erliquiose canina é uma zoonose causada pela Ehrlichia canis, bactéria Gram negativa de distribuição mundial. Alguns cães com erliquiose se tornam portadores assintomáticos enquanto outros desenvolvem uma doença aguda com morte rápida. A apoptose pode ser importante na eliminação de patógenos intracelulares, podendo, nas infecções por Ehrlichia sp. e Anaplasma sp., ocorrer modulação da apoptose celular para prolongar a sobrevivência desses organismos. Para avaliação do papel da apoptose na erliquiose canina, sete cães foram distribuídos em dois grupos. No Grupo inoculado, realizou-se a infecção por via intravenosa com sangue infectado com E. canis (isolado Jaboticabal), sendo realizada a inoculação com PBS estéril nos animais pertencentes ao Grupo Controle. Semanalmente e até 35 dias pós-inoculação, amostras de sangue foram coletadas e submetidas a n-PCR e reação de imunofluorescência (RIFI) para confirmação da infecção. No 36° dia pós-inoculação, os animais foram eutanasiados, sendo as amostras de baço, linfonodo, rim e fígado coletadas e processadas para as técnicas de TUNEL e imunohistoquímica (Bcl-2, Bax). Verificou-se pela n-PCR que os animais inoculados se tornaram positivos para E. canis a partir da segunda semana. Pela RIFI, verificou-se animais com sorologia positiva a partir da terceira semana pós-inoculação. No grupo controle, todos os testes realizados foram negativos para E. canis. Apesar da reação de TUNEL mostrar maior incidência de apoptose no Grupo Inoculado, sendo o baço e os linfonodos os órgãos que apresentaram maior marcação, os resultados da imunohistoquímica para Bcl-2 e Bax indicam que a via intrínseca de apoptose não é importante nos órgãos analisados. |
|---|