Determinação da concentração espermática para melhor taxa de fertilização do híbrido tambacu (Colossoma macropomum X Piaractus mesopotamicus)

As técnicas de reprodução artificial através da indução reprodutiva de peixes que habitam águas correntes (reofílicos), faz parte do cotidiano nas pisciculturas de Goiás. Estas técnicas devem ser aprimoradas para que se tenha melhor taxa de fertilização espermatozóides/ovócitos. O híbrido tambacu é...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Morais, Ricardo de Matos
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ambar:tede/2154
Acesso em linha:http://localhost:8080/tede/handle/tede/2154
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:fertilização
tambacu
espermatozóide
ovócitos
fertilization
sperm
oocyte
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
Descrição
Resumo:As técnicas de reprodução artificial através da indução reprodutiva de peixes que habitam águas correntes (reofílicos), faz parte do cotidiano nas pisciculturas de Goiás. Estas técnicas devem ser aprimoradas para que se tenha melhor taxa de fertilização espermatozóides/ovócitos. O híbrido tambacu é um dos peixes mais cultivados no Brasil, oriundo do cruzamento da fêmea do tambaqui (Colossoma macropomum) com macho de pacu (Piaractus mesopotamicus), pois tolera melhor as baixas temperaturas, e apresenta crescimento mais rápido que o pacu e tambaqui. Para determinar a melhor concentração espermática de fertilização do híbrido tambacu (Colossoma macropomum x Piaractus mesopotamicus), foi selecionado uma fêmea de tambaqui com maturação gonadal avançada, abdômem abaulado e papila genital avermelhada e um macho de pacu com saída de sêmem mediante leve massagem abdominal no sentido ântero-posterior. A fêmea e o macho foram induzidos a reprodução com extrato de hipófise: fêmea (1˚ dose 0,5mg/kg e 2˚ dose 5mg/kg), macho (dose única de 3mg/kg). A fêmea liberou 654g de ovócitos contendo 1560 ovócitos/g, com uma razão de 170.040 ovócitos/kg, os ovócitos foram distribuídos em 5 tratamentos com três repetições: T1=1g, T2=1,5g, T3=2g, T4=2,5g, e T5=3g. O macho produziu 2ml de sêmem com 10x109 espermatozóides/ml com mais de 90% de motilidade. Para fertilização utilizou-se 20Xl de sêmem fresco em cada repetição (T1=128.205, T2=85.470, T3=64.102, T4=51.282, T5=42.735 espermatozóides/ovócitos). Após 11 horas de incubação foram analisadas as taxas de fertilização para cada tratamento. A melhor relação espermatozóide/ovócito foi encontrado no T4=51.282 espermatozóides/ovócitos. Para melhor taxa de fertilização do híbrido tambacu é recomendado 1 ml do sêmem de pacu para cada 125g de ovócito do tambaqui