WHY THE FREGE-GEACH PROBLEM DOES NOT REFUTE EXPRESSIVISM

É assumido com frequência que o chamado "argumento Frege-Geach" refuta o expressivismo, ou seja, a visão de que sentenças morais não são primariamente fatos situados, mas expressam atitudes ou emoções. Neste trabalho, tento refutar essa suposição e demonstrar que o argumento de Frege-Geach...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Hallich, Oliver
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Dissertatio - Revista de Filosofia (Online)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:ojs.ufpel:article/8578
Acesso em linha:https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/dissertatio/article/view/8578
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Frege-Geach argument
expressivism
Blackburn
cognitivism
metaethics.
Argumento Frege-Geach
expressivismo
cognitivismo
metaética.
Descrição
Resumo:É assumido com frequência que o chamado "argumento Frege-Geach" refuta o expressivismo, ou seja, a visão de que sentenças morais não são primariamente fatos situados, mas expressam atitudes ou emoções. Neste trabalho, tento refutar essa suposição e demonstrar que o argumento de Frege-Geach não representa uma ameaça séria para o expressivismo. Depois de uma apresentação inicial do argumento Frege-Geach (Seção 1), eu tento abrir o caminho para uma defesa do expressivismo por meio do delineamento do que o expressivista tem que fazer e não fazer, a fim de defender-se contra aquela posição (Seção 2). Esta etapa preliminar, eu argumento, fornece ao expressivista uma resposta adequada à objeção de Frege-Geach (Seção 3). Finalmente, eu discuto a estratégia de Blackburn de defesa do expressivismo contra essa objeção e tento mostrar que, embora de forma não intencional por Blackburn, o fracasso dessa estratégia dá apoio ao expressivismo (Seção 4).