Cuba, a revolução traída? Atravessamentos discursivos e simbólicos sobre a Revolução Cubana em O Globo e Folha de S. Paulo (décadas de 1960 e 1990)
Este artigo analisa como a mídia tradicional brasileira, especificamente os jornais O Globo e Folha de S. Paulo, abordou o contexto histórico e criou uma narrativa consensual sobre Cuba e sua Revolução. Destacamos duas inflexões temporais principais: uma no fim dos anos 1950, com a ruptura de Cuba c...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) |
| Repositorio: | ArtCultura (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/77908 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/77908 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cuba Brazilian press Cold War imprensa brasileira Guerra Fria |
| Sumario: | Este artigo analisa como a mídia tradicional brasileira, especificamente os jornais O Globo e Folha de S. Paulo, abordou o contexto histórico e criou uma narrativa consensual sobre Cuba e sua Revolução. Destacamos duas inflexões temporais principais: uma no fim dos anos 1950, com a ruptura de Cuba com os EUA durante a Guerra Fria, e outra na década de 1980, enfatizando o isolamento e “envelhecimento” de Cuba diante da globalização. A narrativa brasileira sobre o país cubano oscilou entre a celebração do triunfo revolucionário e críticas à sua estagnação pós-1980, coincidentes com o retorno à democracia no Brasil e a ascensão de novos atores políticos. |
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