Padrões espaciais da vacância residencial brasileira

O presente artigo artigo pretende apresentar a definição e as regras de funcionamento básicas das taxas de vacância residenciais a partir do arcabouço da teoria econômica. Em seguida, ilustra esse fenômeno no contexto brasileiro a partir das categorias de domicílios criadas pelo Censo Demográfico, d...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Nadalin, Vanessa Gapriotti, Balbim, Renato Nunes
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/5543
Acesso em linha:http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5543
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Habitação Urbana
Déficit habitacional básico
Vacância residencial
Mercado imobiliário
Descrição
Resumo:O presente artigo artigo pretende apresentar a definição e as regras de funcionamento básicas das taxas de vacância residenciais a partir do arcabouço da teoria econômica. Em seguida, ilustra esse fenômeno no contexto brasileiro a partir das categorias de domicílios criadas pelo Censo Demográfico, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): fechado, vago e de uso ocasional. São explorados os padrões espaciais apresentados por essa variável em três níveis geográficos: o das Regiões Metropolitanas (RMs) instituídas na década de 1970 por lei federal mais o Distrito Federal, o dos municípios e o da distribuição intraurbana da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).