[pt] AH, LOOK AT ALL THE LONELY PEOPLE: A RELEVÂNCIA POLÍTICA DA SOLIDÃO NA OBRA DE HANNAH ARENDT

[pt] A dissertação Ah, look at all the lonely people, a relevância política da solidão na obra de Hannah Arendt apresenta o conceito de solidão como um possível operador de leitura para a obra da pensadora política Hannah Arendt através dos livros Origens do totalitarismo (1951), A condição humana (...

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Detalhes bibliográficos
Autor: MATHEUS BALIU DE CARLI
Tipo de documento: tese
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2023
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositório:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:64473
Acesso em linha:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=64473&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=64473&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.64473
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:[pt] POLITICA
[pt] HANNAH ARENDT
[pt] SOLIDAO
[en] POLICY
[en] HANNAH ARENDT
[en] LONELINESS
Descrição
Resumo:[pt] A dissertação Ah, look at all the lonely people, a relevância política da solidão na obra de Hannah Arendt apresenta o conceito de solidão como um possível operador de leitura para a obra da pensadora política Hannah Arendt através dos livros Origens do totalitarismo (1951), A condição humana (1958) e A vida do espírito (1977). A forma escolhida para o presente trabalho foi a tessitura da discussão sobre a relevância política da solidão em sua obra cotejada com os conceitos e leituras conjunturais célebres associados a ela, trabalho este empreendido com auxílio de comentadores selecionados. O texto inicia-se pela exploração dos esforços críticos da autora sobre a solidão organizada no contexto do totalitarismo no século XX em Origens do totalitarismo, e, em seguida, examina a solidão mediante a circunstância moderna do surgimento das sociedades de massas em A condição humana. Por fim, analisa a distinção entre as experiências da solitude e da solidão em A vida do espírito através das figuras arendtianas do filósofo Sócrates e do oficial nazista Adolf Eichmann.