O ATENDIMENTO E A REDE DE PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE VÍTIMA DE VIOLÊNCIA SEXUAL NA PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DO CREAS
O presente trabalho apresenta a problemática da violência sexual contra a criança e o adolescente através da perspectiva dos profissionais do Centro de Atendimento Especializado da Assistência Social (CREAS). O CREAS é uma entidade governamental, estabelecida pelo Sistema Único de Assistência Social...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) |
| Repositorio: | Barbarói (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.online.unisc.br:article/2097 |
| Acceso en línea: | https://online.unisc.br/seer/index.php/barbaroi/article/view/2097 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CREAS violência sexual criança e adolescente |
| Sumario: | O presente trabalho apresenta a problemática da violência sexual contra a criança e o adolescente através da perspectiva dos profissionais do Centro de Atendimento Especializado da Assistência Social (CREAS). O CREAS é uma entidade governamental, estabelecida pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que presta atendimento especializado às vítimas de violência. Este estudo objetivou conhecer a percepção dos profissionais do CREAS quanto ao atendimento e à rede de proteção da população infanto-juvenil de um município do Rio Grande do Sul. Através de entrevistas semi-estruturadas, com quatro profissionais do CREAS, encontrou-se que apesar do atendimento do CREAS ser considerado qualificado, ainda não contempla o necessário para o enfrentamento da violência. A rede de proteção à criança e ao adolescente está desarticulada, dificultando o atendimento e a proteção da criança e do adolescente do município. Considera-se que o atendimento psicológico e social ofertado pelo CREAS é fundamental para a população infanto-juvenil do município, devendo este ter mais investimentos dos gestores municipais, para assim, garantir os direitos da criança e do adolescente estabelecidos no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e enfrentar de forma eficaz a violência contra crianças e adolescentes. |
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