LOTEAMENTOS URBANOS E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NO EIXO NORTE DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE (MG)

Esse trabalho que é parte de uma dissertação de mestrado tem por objetivo principal fazer uma análise da lógica do modelo de loteamentos irregulares e a ocupação dos espaços periurbanos contribuidores, em grande parte, pelas precárias condições de vida da população e pelo crescimento populacional ex...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Coelho, André Luiz Nascentes
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2005
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Repositório:Caminhos de Geografia
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/15456
Acesso em linha:https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15456
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Degradação Ambiental
Loteamentos irregulares
Região Metropolitana de Belo Horizonte
Descrição
Resumo:Esse trabalho que é parte de uma dissertação de mestrado tem por objetivo principal fazer uma análise da lógica do modelo de loteamentos irregulares e a ocupação dos espaços periurbanos contribuidores, em grande parte, pelas precárias condições de vida da população e pelo crescimento populacional expressivo da RMBH (Região Metropolitana de Belo Horizonte). A área analisada foi o entorno da BR-040, norte de Belo Horizonte no município de Ribeirão das Neves em Minas Gerais que faz parte dos 34 municípios que compõem a RMBH Região Metropolitana de Belo Horizonte. O artigo destaca também o crescimento populacional inédito e expressivo experimentado na região e discute também o modelo de empreendimento na forma de loteamentos irregulares praticado no país. Por fim, fez-se uma reconstituição histórica dos loteamentos implantados da área de estudo desde sua emancipação de forma a comprovar a lógica de empreendimentos de loteamentos irregulares na RMBH e demonstrar porque o mesmo é responsável, em grande parte, pelo precário quadro socioambiental da região marcada pela omissão dos empreendedores às leis de uso e ocupação do solo, somados ao aparente descompromisso do Poder Público em garantir padrões mínimos de qualidade de vida dos moradores.