O racismo ambiental na Volta Grande do Xingu: marcador da etnia Yudjá/Juruna

Este estudo busca compreender como os índios Yudjá/Juruna sofreram o racismo ambiental ocorrido na Volta Grande do Xingu com a construção da hidrelétrica de Belo Monte. Foram retirados de seu território, de onde exerciam atividades na pesca e na agricultura, provendo seu sustento e que tinham um sen...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Nogueira, Bruna Vitoria Nascimento, Nogueira, Gabriel Pitanga de Sousa, Silva, Paulo Roberto Nogueira
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2023
País:Brasil
Recursos:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositório:Revista Veras
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/59898
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/59898
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:índios Yudjá/Juruna
racismo ambiental
pertencimento ancestral
identidade
Descrição
Resumo:Este estudo busca compreender como os índios Yudjá/Juruna sofreram o racismo ambiental ocorrido na Volta Grande do Xingu com a construção da hidrelétrica de Belo Monte. Foram retirados de seu território, de onde exerciam atividades na pesca e na agricultura, provendo seu sustento e que tinham um sentimento de pertença com seu lugar de origem. Utilizamos a metodologia bibliográfica para dar o aporte na construção da escrita do trabalho de pesquisa. Autores como Gil (2002) mostram que a principal vantagem da pesquisa bibliográfica reside no fato de permitir ao investigador a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla do que aquela que poderia pesquisar diretamente. Nesse viés, analisamos a identidade dos índios Yudjá/Juruna que viviam em suas terras, onde criaram suas raízes e o pertencimento ancestral na comunidade. Trata-se de uma pesquisa social, qualitativa, de abordagem bibliográfica que põe em evidencia o racismo ambiental sofrido pela etnia Yudjá/Juruna.