Lesões associadas à laminite subclínica e exame radiográfico digital em vacas da raça holandês no período transicional

A laminite subclínica é responsável por grandes prejuízos na pecuária leiteira, sendo o seu diagnóstico de grande relevância para evitar reflexos negativos na produção. Portanto, o objetivo deste trabalho foi relacionar lesões associadas à laminite subclínica no período de transição de vacas da raça...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Barbosa, Antonio Amaral, Ferreira, Charles Martins, Corrêa, Márcio Nunes, Schwegler, Elizabeth, Raimondo, Raquel Fraga e Silva, Del Pino, Francisco Augusto Burkert
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/164193
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/164193
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Pododermatite asséptica
Cascos : Afecções
Bovinos
Laminite : Bovinos : Casco
Aseptic pododermatitis
Bovines
Complementary exams
Hoof
Descripción
Sumario:A laminite subclínica é responsável por grandes prejuízos na pecuária leiteira, sendo o seu diagnóstico de grande relevância para evitar reflexos negativos na produção. Portanto, o objetivo deste trabalho foi relacionar lesões associadas à laminite subclínica no período de transição de vacas da raça Holandês com a ocorrência ou não de sinais radiográficos vinculados a essa enfermidade. As vacas foram avaliadas durante o período de transição e divididas em dois grupos (com e sem sinais de laminite subclínica) de acordo com as lesões associadas a essa enfermidade subclínica. A dinâmica radiológica foi realizada em dois momentos durante o período de transição, com o propósito de determinar possíveis alterações de posicionamento capsular e degeneração óssea da terceira falange (F3). Não foram observados efeitos da presença de lesões associadas à laminite subclínica frente ao posicionamento da terceira falange à cápsula do casco (p>0,05). Diferenças radiográficas significativas (p<0,05) angulares entre a F3 e a cápsula do casco foram observadas entre as unhas lateral e medial do mesmo dígito, mas não entre grupos (p>0,05). Assim, neste estudo, vacas leiteiras no período de transição com lesões associadas à laminite subclínica não apresentaram sinais radiográficos de desalinhamento falangeano ao estojo córneo digital.