A PREVALÊNCIA DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA

Este trabalho teve como objetivo verificar a prevalência de incontinência urinária em mulheres no período pós-menopausa e traçar o perfil epidemiológico dessa população. Foram entrevistadas quarenta mulheres com idade entre 50 e 82 anos, com um período mínimo de um ano de amenorreia. A coleta de dad...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Juliana de Oliveira, Mascarenhas, Celso da Silva, Nascimento, Adriana Cristina Pereira do, Gonçalves, Arlan da Silva, Pereira, Luciana Carvalho, Kuraiem, Marilza Alves Porto, Cruz, Ariela Torres
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade do Vale do Paraíba (Univap)
Repositorio:Revista UniVap (online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.biblioteca.univap.br:article/288
Acceso en línea:https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/288
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:incontinência urinária
menopausa
estrogênio
assoalho pélvico.
Incontinência Urinária
Descripción
Sumario:Este trabalho teve como objetivo verificar a prevalência de incontinência urinária em mulheres no período pós-menopausa e traçar o perfil epidemiológico dessa população. Foram entrevistadas quarenta mulheres com idade entre 50 e 82 anos, com um período mínimo de um ano de amenorreia. A coleta de dados foi realizada utilizando um questionário elaborado pelos próprios autores, que buscavam informações referentes a fatores de risco para a incontinência urinária e suas características clínicas. Dentre as mulheres entrevistadas, 20 apresentavam incontinência urinária, sendo que 70% das mulheres incontinentes eram caucasianas e 80% apresentavam alterações no Índice de Massa Corporal e não faziam uso de Terapia de Reposição Hormonal. Quanto ao histórico gineco-obstétrico, a maioria vivenciou 5 ou mais partos normais e foi submetida à histerectomia. Muitas mulheres entrevistadas relataram perda de urina em mais de uma situação da vida diária. Quando questionadas sobre o tratamento, 80% delas referiram nunca ter procurado ajuda médica e nenhuma delas fazia tratamento para a doença. Sendo assim, na assistência à saúde da mulher, mostra-se necessária a identificação do problema e de seus fatores de risco, assim como estratégias de intervenções para prevenção, diagnóstico e tratamento relacionados à perda urinária feminina.