Uso de modelos estatísticos para dados de escore de crédito de uma instituição financeira

Modelos estatísticos de risco têm sido amplamente utilizados nas últimas décadas pelos bancos e outras instituições financeiras devido à forte concorrência por clientes no mercado de crédito e tendo em vista a regulação bancária quanto a risco de crédito, determinado no Acordo de Basiléia II. O obje...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Miola, Rodrigo Fernando [UNESP]
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/93072
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11449/93072
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Créditos
Inadimplencia (Finanças)
Bancos de investimento
Taxas de juros
Credit
Descrição
Resumo:Modelos estatísticos de risco têm sido amplamente utilizados nas últimas décadas pelos bancos e outras instituições financeiras devido à forte concorrência por clientes no mercado de crédito e tendo em vista a regulação bancária quanto a risco de crédito, determinado no Acordo de Basiléia II. O objetivo deste trabalho foi usar modelos estatísticos em dados de escore de crédito de uma instituição financeira com o intuito de analisar a ocorrência de inadimplência. Foram utilizadas duas metodologias estatísticas: análise discriminante e análise de sobrevivência com fração de cura. Com a análise discriminante obteve-se um modelo de escore de crédito em (24) para classificar os clientes em grupos (de adimplentes e inadimplentes), resultando que 72,4% dos clientes foram corretamente classificados pelo modelo de escore de crédito obtido, e novos clientes solicitantes de crédito foram classificados em um dos grupos a partir do modelo obtido. Além disso, os resultados apontam que taxas de juros mais elevados influenciam na classificação do cliente como inadimplente, enquanto que idades mais elevadas influenciam na classificação de clientes como adimplentes. A segunda metodologia, a análise de sobrevivência com fração de cura (clientes adimplentes) foi utilizadas para modelar os dados dos tempos de inadimplência, considerando-se que uma proporção substancial de clientes não apresentou inadimplência durante o período do empréstimo. Os resultados obtidos demonstraram que o sexo e a renda dos clientes influenciam na proporção de inadimplência dos empréstimos e no risco dos clientes tornarem-se inadimplente. Para aplicação das metodologias estatíticas foi utilizada uma amostra de dados reais selecionados da base de dados de empréstimos da modalidade de Crédito Direito ao Consumidor (CDC) de uma...