Palinologia do Morro do Papaléo, Marian Pimentel (permiano inferior, bacia do Paraná), Rio Grande do Sul, Brasil

Este trabalho apresenta os resultados da análise palinológica de níveis do Subgrupo Itararé e da Formação Rio Bonito na localidade do Morro do Papaléo, município de Mariana Pimentel, Rio Grande do Sul. As palinofloras registradas são relativamente abundantes e diversificadas, tendo sido identificada...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Smaniotto, Larissa Paludo, Fischer, Tiago V., Souza, Paulo Alves de, Iannuzzi, Roberto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/26208
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/26208
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Palinologia : Subgrupo Itararé
Formacao Rio Bonito
Descripción
Sumario:Este trabalho apresenta os resultados da análise palinológica de níveis do Subgrupo Itararé e da Formação Rio Bonito na localidade do Morro do Papaléo, município de Mariana Pimentel, Rio Grande do Sul. As palinofloras registradas são relativamente abundantes e diversificadas, tendo sido identificadas 20 espécies de esporos, 13 de grãos de pólen, 5 de espécies microplânctonicas, além de táxons atribuídos a fungos. Dentre os esporomorfos, 3 espécies são inéditas para a porção brasileira da bacia do Paraná: Horriditriletes gondwanensis (Tiwari & Moiz) Foster, Horriditriletes superbus (Foster) Césari, Archangelsky & Seoane e Brazilea helby forma gregata Foster. As palinofloras correspondem à Subzona Protohaploxypinus goraiensis, base da Zona Vittatina costabilis, pela presença de espécies diagnósticas (Protohaploxypinus goraiensis, P. limpidus e Illinites unicus), com posicionamento na base do Permiano (Asseliano/Sakmariano). A presença de espécies microplanctônicas (Brazilea, Leiosphaeridia, Quadrisporites e Tetraporina), que ocorrem de forma diferenciada em ambas as unidades, bem como as relações percentuais entre os grupos da matéria orgânica particulada permitem a proposição de ambiente marinho raso e/ou transicional com influência marinha para o Subgrupo Itararé e ambiente lacustre e/ou pantanoso para a Formação Rio Bonito, corroborando dados litofaciológicos e paleontológicos prévios.