Petrografia, Litogeoquímica e Geocronologia das Rochas Gnáissicas-Migmatíticas do Extremo Norte do Cinturão Salvador-Esplanada
A área de estudo localiza-se na porção extremo norte do Cinturão Salvador-Esplanada, nas porções Sul do estado de Sergipe e norte do estado da Bahia, Brasil. A partir do mapeamento geológico atrelado aos estudos prévios na escala 1:250.000, delimitou-se três unidades gnáissicas-migmatíticas com inte...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/21551 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/21551 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Petrologia, Metalogênese e Exploração Mineral Cinturão Salvador-Esplanada Metamorfismo Petrologia Geocronologia |
| Sumario: | A área de estudo localiza-se na porção extremo norte do Cinturão Salvador-Esplanada, nas porções Sul do estado de Sergipe e norte do estado da Bahia, Brasil. A partir do mapeamento geológico atrelado aos estudos prévios na escala 1:250.000, delimitou-se três unidades gnáissicas-migmatíticas com intercalações de encraves e diques máficos, objetos de estudo, denominados APPg1, APPg2, APPg3. Macroscopicamente e petrograficamente, as unidades se assemelham e, a partir das suas paragêneses minerais, foi possível inferir a ocorrência de processos metamórficos de médio a alto grau, além de retrometamorfismo. Geoquimicamente, foram observadas características bem particulares a cada unidade, no que diz respeito a elementos maiores, traço e terras raras, sugerindo, porém, de maneira geral, rochas que, por apresentarem graus elevados de alteração – migmatização -, sofreram contaminação por assimilação crustal quando das suas colocações. São rochas de ambiente tectônico sin-colisional a arco-vulcânico, com ocorrências ainda que remontam a ambiente pós-Colisional, possivelmente de zonas crustais profundas, com origem associada a granitos do tipo-I e do tipo-S. A partir das datações realizadas, com idade de cristalização das rochas variando de 2072 ± 07 Ma a 2202 ± 42 Ma, sugere-se que o Cinturão Salvador-Esplanada seja um dos membros do Cinturão Itabuna-Salvador-Curaçá; entretanto, novos estudos petroquímicos são necessários para uma confirmação mais conclusiva. |
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