Influência da resposta individual ao estresse e das comorbidades psiquiátricas na síndrome do intestino irritável

CONTEXTO: A síndrome do intestino irritável (SII) é um distúrbio clínico comum, porém ainda pouco compreendida, uma vez que o desenvolvimento dos seus sintomas está fortemente relacionado ao estresse, ansiedade e depressão. OBJETIVOS: Revisar a literatura a fim de verificar se, de fato, existe influ...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Ribeiro, Luana Medeiros, Alves, Natália Galdino, Silva-Fonseca, Vilma Aparecida da, Nemer, Aline Silva de Aguiar
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Archives of Clinical Psychiatry
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/17370
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/acp/article/view/17370
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Síndrome do cólon irritável
tratamento
estresse
comportamento
Irritable bowel syndrome
treatment
stress
behavior
Descrição
Resumo:CONTEXTO: A síndrome do intestino irritável (SII) é um distúrbio clínico comum, porém ainda pouco compreendida, uma vez que o desenvolvimento dos seus sintomas está fortemente relacionado ao estresse, ansiedade e depressão. OBJETIVOS: Revisar a literatura a fim de verificar se, de fato, existe influência do estresse e das comorbidades psiquiátricas no desenvolvimento, diagnóstico e tratamento para os portadores da SII. MÉTODOS: A revisão foi realizada por meio de pesquisa na base de dados MedLine e Lilacs entre 1990 e 2009, usando-se as palavras-chave "estresse", "comportamento", "psiquiatria" e "síndrome do intestino irritável". RESULTADOS: Foram selecionados 38 artigos que relacionaram a síndrome do intestino irritável à reação individual ao estresse e comorbidade psiquiátrica, incluindo ansiedade e depressão. CONCLUSÃO: A reatividade do indivíduo ao estresse e os fatores psicossociais desempenham um papel etiológico importante, embora não determinante, podendo interferir no funcionamento intestinal mediante a alteração na motilidade ou espasmo, na diminuição ou aumento de secreção e,finalmente, na irritação. É necessário desenvolver uma metodologia para definir e medir a somatização para o auxílio no diagnóstico clínico e a inclusão dos fatores psicossociais relacionados ao desenvolvimento e persistência dos sintomas nos critérios diagnósticos para a SII.