Motociclistas vítimas de acidentes em Paranavaí, 2011

A motocicleta tem se tornado importante veículo de transporte no Brasil, pois proporciona deslocamentos mais ágeis e apresenta menor custo. Este veículo tem sido usado cada vez mais para os deslocamentos de casa para o trabalho e vice-versa. Por isso, pretende-se compreender aspectos do processo e o...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Golias, Andrey Rogério Campos [UNESP]
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/106082
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11449/106082
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Acidentes do trabalho
Prevenção de acidentes
Motociclistas - Medidas de segurança
Industrial accidents
Motorcyclists
Parana
Descrição
Resumo:A motocicleta tem se tornado importante veículo de transporte no Brasil, pois proporciona deslocamentos mais ágeis e apresenta menor custo. Este veículo tem sido usado cada vez mais para os deslocamentos de casa para o trabalho e vice-versa. Por isso, pretende-se compreender aspectos do processo e origens dos acidentes que ocorrem nestes momentos. Sua metodologia se dividiu em três etapas. A primeira constou da comparação dos acidentes que ocorreram nos horários de deslocamentos com os outros, a partir de uma análise quantitativa, o que levou a divulgação no artigo 1. Na segunda etapa foram explorados qualitativamente 20 casos de acidentes de motociclistas não profissionais ocorridos em 2011 em Paranavaí, PR realizando tentativas de compreender as origens destes a partir de entrevistas semiestruturadas, grupos focais e observações nos locais de acidentes. As análises foram guiadas pelo modelo de análise e prevenção de acidentes de trabalho (MAPA) que dialoga com conceitos de diferentes campos de conhecimento já usados em análise de acidentes. O foco foi compreender as estratégias e modos operatórios que os motociclistas não profissionais usavam para ter mais segurança. Desta segunda etapa, surgiu o artigo 2. Já a terceira e última etapa consistiu em exploração da noção de cenários típicos dos acidentes que envolveram estes mesmos 20 motociclistas não profissionais. Foi adotada metodologia que buscou descrever núcleos comuns ou achados assemelhados que se repetiam nos acidentes vistos como processos, ou seja, eventos com história ou antecedentes a serem considerados. Desta etapa surgiu o artigo 3. A ideia é tentar compreender tanto de forma quantitativa quanto qualitativa como ocorrem esses acidentes para que estratégias e ações possam ser formuladas baseadas em um pano de fundo da realidade vivida pelos motociclistas não profissionais