Fragilidade e riscos socioambientais em Fortaleza-CE: contribuições ao ordenamento territorial

Trata da problemática dos riscos socioambientais, relacionando-os às fragilidades do ambientes, à vulnerabilidade da sociedade e ao uso e ocupação da terra. Maior ênfase, no entanto, é dada às áreas urbanizadas, em especial na cidade de Fortaleza-CE. Referida cidade passou por um crescimento desorde...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Jader de Oliveira
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-30032012-131857
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-30032012-131857/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Environmental fragility
Environmental planning
Fragilidade ambiental
Ordenamento territorial
Planejamento ambiental
Riscos socioambientais
Social vulnerability
Socioenvironmental risks
Territorial ordering
Vulnerabilidade social
Descripción
Sumario:Trata da problemática dos riscos socioambientais, relacionando-os às fragilidades do ambientes, à vulnerabilidade da sociedade e ao uso e ocupação da terra. Maior ênfase, no entanto, é dada às áreas urbanizadas, em especial na cidade de Fortaleza-CE. Referida cidade passou por um crescimento desordenado, que trouxe uma série de problemas socioambientais. O estudo da fragilidade ambiental tem bases teóricas, metodológicas e conceituais na análise ambiental integrada, que perpassa a funcionalidade dos ambientes, considerando, inclusive, os processos históricos de produção e construção do território. A vulnerabilidade social e os padrões de uso e ocupação da terra definem a exposição dos grupos sociais aos riscos. A associação dessas características possibilitou o estabelecimento de diferentes categorias de susceptibilidade aos riscos, considerando de um lado as fragilidades ambientais em face do desenvolvimento das atividades humanas, e, de outro lado, por meio do índice sintético da vulnerabilidade social à distribuição desigual da população e dos riscos no território. Deste modo, foram estabelecidas bases que possam conduzir a um adequado ordenamento do território, com vistas a minimizar a incidência dos riscos socioambientais.