Bioacumulação de mercúrio (Hg) em espécies ícticas

O mercúrio é um metal tóxico e persistente que pode bioacumular e biomagnificar em diferentes espécies aquáticas, incluindo os peixes. O consumo de peixes contaminados é uma das principais vias de exposição humana a este contaminante, podendo ocasionar diferentes efeitos tóxicos.  Este estudo teve c...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Lustosa, Eliane Alves; Universidade Federal de Campina Grande, Medeiros, Thayná Kelly Formiga; Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, Universidade Federal de Campina Grande, Cabral, Thiago Vinicius de Araújo; Universidade Federal de Campina Grande, Silva, Edevaldo; Programa de Pos-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente - PRODEMA (UFPB) Universidade Federal de Campina Grande Centro de Saúde e Tecnologia Rural Unidade Acadêmica de Ciências Biológicas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR)
Repositorio:Revista da Universidade Vale do Rio Verde (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.teste.unincor.br:article/6462
Acceso en línea:http://periodicos.unincor.br/index.php/revistaunincor/article/view/6462
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Metais pesados; Peixes; Biomagnificação; Contaminação; Biota aquática
Descripción
Sumario:O mercúrio é um metal tóxico e persistente que pode bioacumular e biomagnificar em diferentes espécies aquáticas, incluindo os peixes. O consumo de peixes contaminados é uma das principais vias de exposição humana a este contaminante, podendo ocasionar diferentes efeitos tóxicos.  Este estudo teve como objetivo analisar as concentrações de mercúrio reportadas na literatura atual, em espécies de peixes de diferentes ecossistemas aquáticos do mundo. O estudo abrangeu pesquisas publicadas entre 2017 e 2021 disponíveis em dados online, como o SciELO, Periódicos CAPES, Web of Science e Science Direct. 20 pesquisas foram analisadas. Elas abrangeram a análise de 93 espécies de peixes. Na maioria das pesquisas os níveis de mercúrio nos peixes estavam dentro dos limites estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os tecidos muscular e hepático foram os mais frequentemente analisados e com maiores bioacumulação de mercúrio. 35% dos estudos pesquisados reportaram alguma espécie de peixe com valores elevados de mercúrio em seu tecido e, estudos sugerem que o nível trófico, tamanho e idade dos peixes podem influenciar a bioacumulação desse metal.