Contracultura sônica: quando a geração beat cantou hare krishna para espantar o espírito WASP

Analisamos a sociedade norte-americana dos anos 1950-70 como influenciada e reverberada por uma indomania acentuada e insofismável. Junto a tal indomania, agregaram-se religiões, intelectuais, movimentos alternativos e gurus – destacando-se Swami Prabhupada, o fundador e propagador do movimento Hare...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Paganus, Arilson
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia
Idioma:inglés
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/183395
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/gis/article/view/183395
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Counterculture
North America
Hare Krishna
Gurus
Mantras
Contracultura
Norte-América
Descripción
Sumario:Analisamos a sociedade norte-americana dos anos 1950-70 como influenciada e reverberada por uma indomania acentuada e insofismável. Junto a tal indomania, agregaram-se religiões, intelectuais, movimentos alternativos e gurus – destacando-se Swami Prabhupada, o fundador e propagador do movimento Hare Krishna – que eram vistos como refúgios aos olhos de jovens inquietos (estudantes de Columbia, Berkeley, Stanford e San Francisco) que promoveram a geração beat. Tais jovens, rejeitavam maneiras protestantes de agir e ver o mundo, bem como todo um sistema capitalista voraz que crescia ao seu redor, buscando meios e reveses místicos (exógenos ou nativos) e orientais contra as burguesas e lobotomizadas conformidades sociais e vigentes na América. Por fim, descobrem que a sonoridade dos mantras e toda vibração que ela poderia proporcionar ressoava perfeitamente todo encantamento que precisavam.