Turismo nas cidades gêmeas de fronteira e as possibilidades da Lei 12.723/2012
Neste trabalho, a fronteira é vista como espaço de comunicação e de trocas promovidas por fortes interações que desconsideram o limite internacional e são caracterizadas por intercâmbios nas mais diversas áreas, sobretudo, no comércio. As localidades fronteiriças apresentam vários elementos que inte...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2017 |
| País: | Argentina |
| Recursos: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| Repositório: | CONICET Digital (CONICET) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ri.conicet.gov.ar:11336/78191 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11336/78191 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | FRONTERA TURISMO BRASIL BOLIVIA https://purl.org/becyt/ford/5.7 https://purl.org/becyt/ford/5 |
| Resumo: | Neste trabalho, a fronteira é vista como espaço de comunicação e de trocas promovidas por fortes interações que desconsideram o limite internacional e são caracterizadas por intercâmbios nas mais diversas áreas, sobretudo, no comércio. As localidades fronteiriças apresentam vários elementos que interessam e atraem turistas, desde aqueles produzidos pela construção histórica de seus territórios (sociedade e cultura) até aqueles de conformação natural e econômica, especialmente o comércio. As vantagens de aquisição de mercadorias em uma das bandas territoriais componentes da fronteira são importantes indutoras do turismo. Nessa perspectiva das vantagens comerciais, administrações governamentais e empresariais têm elaborado inúmeros artifícios para atrair turistas para essas regiões. Dentre esses artifícios, está a Lei 12.723/2012 do governo federal brasileiro que autoriza a instalação de free shop nas cidades gêmeas. Este trabalho objetiva, pois, analisar como os agentes territoriais de uma cidade gêmea percebem a possibilidade de implantação desta Lei e se isso pode fortalecer o turismo de fronteira. Para tanto, foram realizados levantamentos de dados primários, através de entrevistas semiestruturadas visando obter informações sobre como os agentes territoriais da fronteira Brasil/Bolívia receberam a Lei dos Free Shops. A análise dos dados corrobora a afirmativa de que, dentre os benefícios alcançados, destaca-se o fortalecimento da concorrência entre estabelecimentos instalados no Brasil e na Bolívia com foco em produtos importados. A implantação do Free Shop em Corumbá não fará com que o turista/fronteiriço deixe de frequentar a Bolívia por razões como procura por baixos preços, variedade de produtos e, sobretudo, pela oportunidade de aproximação da diversidade cultural |
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