Práticas feministas em torno do direito ao aborto na Argentina: Aproximações às ações coletivas das Socorristas en Red
O aborto na Argentina é uma prática tipificada pelo código penal como crime contra a vida, ainda que existam duas exceções não puníveis: quando a gravidez é resultado de um estupro ou quando pressupõe um risco para a saúde da mulher e não pode ser evitado por outros meios. Apesar disso, quando uma m...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Argentina |
| Institución: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| Repositorio: | CONICET Digital (CONICET) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.conicet.gov.ar:11336/173703 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11336/173703 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | AÇÕES COLETIVAS ABORTO LEGAL ARGENTINA FEMINISMO SOCORRISMO https://purl.org/becyt/ford/5.4 https://purl.org/becyt/ford/5 |
| Sumario: | O aborto na Argentina é uma prática tipificada pelo código penal como crime contra a vida, ainda que existam duas exceções não puníveis: quando a gravidez é resultado de um estupro ou quando pressupõe um risco para a saúde da mulher e não pode ser evitado por outros meios. Apesar disso, quando uma mulher engravida e não deseja a gestação recorre a diferentes mecanismos para interromper o processo gestacional. Assim, desde a década de 1980, na Argentina, o movimento feminista e de mulheres tem se organizado de diferentes formas e formado grupos e coalizões diversas para reivindicar o aborto legal. Neste artigo proponho traçar um caminho sobre algumas dessas experiências de articulação que nutrem a existência da Campanha Nacional pelo Direito ao Aborto Legal, Seguro e Gratuito. Finalmente, me interessa particularizar, uma forma inovadora de organização de ações coletivas em relação ao aborto, o surgimento das Socorristas en Red (Feministas que abortamos). |
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