MECANISMOS DE SALINIZAÇÃO DOS AQÜÍFEROS CÁRSTICOS NAS CHAPADAS DO ARARIPE E DO APODI

Medidas hidroquímicas foram utilizadas para estudar os mecanismos de salinização daságuas subterrâneas dos aqüíferos cársticos, nas chapadas do Araripe e Apodi. As águas dos doisaqüífe...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Mendonça, Luiz Alberto Ribeiro, Santiago, Maria Marlúcia Freitas, Fernandes, Maria Aparecida Belém, Frischkorn, Horst, de Lima, José Ossian Gadelha
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2002
Country:Brasil
Institution:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repository:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/22813
Online Access:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/22813
Access Level:Open access
Keyword:Aqüífero cárstico
hidroquímica.
Description
Summary:Medidas hidroquímicas foram utilizadas para estudar os mecanismos de salinização daságuas subterrâneas dos aqüíferos cársticos, nas chapadas do Araripe e Apodi. As águas dos doisaqüíferos apresentaram redução na condutividade elétrica no período de recarga e elevação noperíodo de estiagem, indicando rápida dissolução de minerais provenientes dos calcários. Asmedidas hidroquímicas associadas aos índices de saturação de calcita, dolomita e anidridaindicaram que o processo de salinização nestes meios ocorre, preferencialmente, pela dissolução dacalcita e dolomita, minerais principais que compõe a matriz rochosa, e da bischofita, encontradacomo mineral traço. Na Chapada do Araripe o aumento na concentração de sulfato, no período seco,indica a rápida dissolução de gipsita, um dos minerais principais da formação. Na Chapada doApodi, verificou-se uma insignificante contribuição de sulfato na salinização das águas, por que agipsita aparece como mineral traço em quantidade relativamente baixa.