Redes agroalimentares em circuitos curtos de comercialização: justificações entorno da agroecologia na região de Piracicaba/SP
Esta tese investiga as redes agroalimentares em circuitos curtos de comercialização na região de Piracicaba/SP, analisando as justificações mobilizadas pelos atores envolvidos na agroecologia. A pesquisa mapeia os agricultores agroecológicos locais, examina seus históricos, manejos produtivos e desa...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | tese |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-10032025-152746 |
| Acesso em linha: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/91/91131/tde-10032025-152746/ |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Agroecologia Agroecology Alimentação local Circuitos curtos alimentares Local food Relação consumidores e agricultores Relationship between consumers and farmers Short food circuits Teoria das Justificações Theory of Justifications |
| Resumo: | Esta tese investiga as redes agroalimentares em circuitos curtos de comercialização na região de Piracicaba/SP, analisando as justificações mobilizadas pelos atores envolvidos na agroecologia. A pesquisa mapeia os agricultores agroecológicos locais, examina seus históricos, manejos produtivos e desafios enfrentados, além de avaliar as políticas públicas municipais e os impactos da pandemia da Covid-19 na relação entre produtores e consumidores. Com base na Teoria das Justificações, identifica diferentes racionalidades que legitimam a agroecologia, desde princípios cívicos e ecológicos até justificações mercantis e industriais. Os resultados destacam o papel das cadeias curtas no fortalecimento da segurança alimentar e da sustentabilidade, evidenciando a necessidade de políticas públicas mais integradas nas perspectivas socioeconômicas e ambientais na análise dos circuitos agroalimentares, reforçando a agroecologia como alternativa viável para um sistema alimentar mais justo e resiliente. |
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