As rosas e o tempo
O artigo se debruça especialmente sobre o ensaio de Antonio Candido, “As rosas e o tempo”, em que se destacam análises de poemas nos quais estas flores são imagens centrais. Também se refere ao seu estudo “La figlia che piange”, no qual o crítico busca interpretar algumas imagens na poesia de Eliot....
| Author: | |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2019 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Literatura e Sociedade (Online) |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/166246 |
| Online Access: | https://revistas.usp.br/ls/article/view/166246 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Antonio Candido Poetry Roses Flowers Modernity Poesia Rosas Flores Modernidade |
| Summary: | O artigo se debruça especialmente sobre o ensaio de Antonio Candido, “As rosas e o tempo”, em que se destacam análises de poemas nos quais estas flores são imagens centrais. Também se refere ao seu estudo “La figlia che piange”, no qual o crítico busca interpretar algumas imagens na poesia de Eliot. Ora simbolizando a juventude e a beleza passageiras, ora a vitalidade amorosa, ora, por fim, a possibilidade de renovação social futura, as rosas e as flores em geral percorrem a poesia em diferentes estações históricas seja através de um tom intensamente lírico, seja, por vezes, na modernidade, através de um lirismo mesclado com inflexões irônicas e críticas. |
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