A necessária clareza de Antonio Candido
Para compreender a função da literatura diante dos impasses da civilização, bem como afunção da clareza da crítica literária, detenho-me num texto sobre Nietzsche, que Antonio Candido publicou em 1946, e em seu diálogo de toda a vida com Sérgio Buarque de Holanda.
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositório: | Revista Maracanan (Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/31299 |
| Acesso em linha: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/maracanan/article/view/31299 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Antonio Candido Literatura Modernidade Literature Modernity |
| Resumo: | Para compreender a função da literatura diante dos impasses da civilização, bem como afunção da clareza da crítica literária, detenho-me num texto sobre Nietzsche, que Antonio Candido publicou em 1946, e em seu diálogo de toda a vida com Sérgio Buarque de Holanda. |
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