PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ - PR, NO PERÍODO DE 2007 A 2017
A leishmaniose tegumentar americana é uma doença zoonótica causada pelo protozoário do gênero leishmania, de transmissão vetorial pelos mosquitos flebotomíneos. No Brasil a leishmaniose tegumentar americana se manifesta em todas as regiões do país, com perfis epidemiológicos diferentes. No Paraná as...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR) |
| Repositorio: | Repositório Digital Unicesumar |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rdu.unicesumar.edu.br:123456789/1787 |
| Acesso em linha: | http://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/1787 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Leishmaniose tegumentar americana Flebotomíneos Leishmania Epidemiologia |
| Resumo: | A leishmaniose tegumentar americana é uma doença zoonótica causada pelo protozoário do gênero leishmania, de transmissão vetorial pelos mosquitos flebotomíneos. No Brasil a leishmaniose tegumentar americana se manifesta em todas as regiões do país, com perfis epidemiológicos diferentes. No Paraná as regiões endêmicas estão próximas as locais silvestres, áreas florestais e nas bacias de rios, com destaque para a região norte, onde o número de casos tem se elevado. O objetivo do presente estudo foi avaliar e compreender o perfil epidemiológico da leishmaniose tegumentar americana no período de 2007 a 2017, no município de Maringá. Para este propósito, foi realizada uma abordagem transversal descritiva de dados secundários obtidos das Fichas de Notificação/Investigação de Leishmaniose ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação, analisando as características sociodemográficas, gerais do diagnóstico, complementares das notificações e do tratamento farmacológico e acompanhamento da leishmaniose. No período investigado foram registrados 216 casos, com predomínio na faixa etária entre 40 a 79 anos, com idade média de 51,4 anos, com uma prevalência do sexo masculino. Todos os casos foram tratados com o emprego de agente antimonial pentavalente, consumindo em média 74,3 ampolas do fármaco por paciente, onde na maioria dos casos houve a presença de lesão sendo a maioria mucosa. Estes resultados preliminares permitem concluir que a população mais vulnerável ao desenvolvimento da LTA compreende os indivíduos do sexo masculino, entre 40 e 79 anos, sendo a forma mucosa a que mais afetou estes pacientes, havendo a presença de lesões em mais 66% dos casos. |
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